A FRAGILIDADE DA DECISÃO – COMO ACERTAR!

Hoje, falaremos de uma das fragilidades que mais prejuízos podem lhe causar: a Fragilidade da Decisão.

Para você, que dirige uma pequena ou média empresa, decidir nunca é uma tarefa fácil. Isso porque normalmente há muitas variáveis envolvidas e alguns assuntos são complexos por natureza. Por exemplo, já imaginou ter de decidir sobre qual será o seu produto principal, quanto cobrar pelos serviços, qual a melhor localização da empresa, qual o perfil ideal dos colaboradores?

A questão é que algumas decisões são estratégicas. Se você errar, corre o risco de selar o destino da empresa. Por exemplo, se você errar na hora que escolher seu público alvo, talvez pouca gente compre o seu produto lá na frente. Você investe muito no desenvolvimento do produto e depois não vende como imaginou! Já pensou nisso? É uma situação que pode quebrar a empresa.

O problema é que nós não temos uma bola de cristal que conte o que vai acontecer no futuro. A única maneira de fazer a empresa avançar é tomar decisões e seguir em frente. O que der errado, você conserta. Ficar parado é pior, pois você não chegar a lugar algum.

A possibilidade de errar está presente na sua vida de empresário, porque você precisa andar na dianteira, descobrindo os caminhos novos. É exatamente por esse motivo que a Fragilidade da Decisão fica por perto, observando o que você faz, esperando você errar para complicar sua vida. Não é fácil escapar dela!

É impossível se livrar por completo de qualquer uma das 11 Fragilidades, entre elas a Fragilidade da Decisão. O segredo é manter todas as fragilidades sob controle.

Tratando-se da Fragilidade da Decisão, existem três medidas simples para reduzir a possibilidade de ela lhe atingir:

1. Procure decidir mais a longo prazo do que a curto prazo.

Decisões de curto prazo se aplicam mais a situações rápidas e emergenciais. Porém, são as decisões de longo prazo que mudam o destino da empresa,

2. Envolva outras pessoas para ampliar sua visão e inteligência do grupo.

Sempre que lidar com questões complexas, evite tomar decisões sozinho. Troque ideias com pessoas da sua confiança e que de fato contribuirão para enriquecer o entendimento do assunto.

3. Pesquise, reúna dados do mercado, converse com outros empresários, ouça os clientes

Sempre que necessário, obtenha informações e dados de fora da empresa, ao invés de olhar apenas para o universo interno da empresa.

Como decidir em situações de risco alto

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Algumas decisões envolvem grandes riscos, enquanto outras nem tanto. Com essas últimas não devemos ter problemas, mas são com as primeiras que precisamos nos preocupar. Isso porque se decidirmos errado a respeito de determinados assuntos, colocaremos a empresa de ladeira abaixo.

Para tudo que envolve risco na vida, é preciso cuidado. Por exemplo, se você vai atravessar uma avenida muito movimentada, pode ser atropelado se entrar atrasado ou adiantado na travessia.  Pensando na sua empresa, o mesmo vale para o mercado que você quer conquistar: se você entrar na hora errada terá dificuldades para vencer.

Este é mais um conteúdo sobre as 11 Fragilidades,  e hoje eu vou lhe dar 3 dicas para que você decidir melhor em situações de alto risco.

Antes das dicas, vou lhe pedir para fazer o seguinte exercício (que lhe ajudará a entender as dicas): imagine que as suas vendas não andam bem e, por isso, você está pensando em desenvolver um novo produto, ou oferecer um novo serviço, na tentativa de voltar a crescer.

Nesse caso, você precisará decidir: que produto exatamente irá desenvolver, para qual mercado vai vender e que preço cobrará. São decisões difíceis e arriscadas, porque se você errar em qualquer uma delas, não venderá como esperava.

Agora, vamos falar das 3 recomendações para você reduzir o risco de errar quando decide em situações de riscos:

Primeiro, não decida sozinho – nós, seres humanos, mesmo sendo a espécie mais inteligente da terra, temos grandes limitações para processar os dados que dispomos para tomar uma decisão 100% acertada. Sempre existem brechas no pensamento que não conseguimos preencher.

É fácil comprovar isso. Quando você está lendo um livro, por exemplo, já notou que algumas vezes você pula as palavras e tem de voltar na leitura para compreender o sentido da frase? Imagine então você decidindo sobre assuntos complexos na sua empresa! Além do mais, nós raramente temos todas as informações que precisamos para decidir, não é verdade?

Desse modo, quando você estiver decidindo questões que envolvem maiores riscos, coloque outras pessoas na mesa, que lhe ajudarão a ampliar o seu campo de visão. Se for o caso, traga também pessoas de fora da empresa.

A Segunda dica é de ordem técnica: para cada decisão que você precisará tomar, liste entre 3 a 5 riscos envolvidos, que podem lhe atrapalhar a alcançar o seu objetivo. Para cada risco, calcule a probabilidade dele acontecer na empresa. Calcule ainda o impacto negativo que o risco vai gerar, se ele acontecer. A nota, tanto para a probabilidade  quanto para o impacto deve ser de 1 a 4 (numa escala de Baixo, Médio, Alto e Muito Alto). Depois multiplique a probabilidade pelo o impacto, e você terá calculado o grau do risco.

Por exemplo, quando você decide sobre um novo produto a desenvolver, há pelo menos 3 grandes riscos: (1) o dinheiro que você tem não ser suficiente para concluir o projeto, e você ter de parar no meio do caminho, (2) o produto não vender como você esperava, (3) a tecnologia que você utilizou no produto caducou, e você vai precisar jogar o produto fora.

Bem, nesse momento eu preciso lhe dizer duas coisas: a primeira é que o cálculo dos riscos, sim, dará trabalho, como você já percebeu, e por isso deve ser utilizado apenas para decisões complexas e vitais para o destino da empresa.

E a segunda questão é que avaliação de riscos não é algo simples de fazer, requer método e conhecimento no tema. Portanto, se você nunca fez isso, ou se sentir inseguro, é melhor contar com a ajuda de um especialista.

A terceira dica é: esfrie a cabeça – Decidir de cabeça fria é aconselhável em qualquer momento, e mais ainda quando você está lidando com situações de muito risco. Controle bem suas emoções nessas horas, desacelere a mente para pensar melhor, reflita sobre os ganhos e as perdas, avalie exatamente onde você deseja chegar.

Procure decidir no início do dia (nunca ao final), quando você deve estar mais descansado. O Cérebro é como um músculo, que cansa e precisa de repouso, apesar de ser muito poderoso.

Uma fórmula para corrigir a Fragilidade da Decisão

Uma FÓRMULA poderosa para corrigir a Fragilidade da Decisão é você se desenvolver como empresário, ser Expert no seu ramo de atuação, entender muito bem o cliente e estudar a fundo o mercado de atuação.

Na medida em que você evolui nessa direção, tudo fica mais claro, naturalmente. As coisas vão surgindo na nossa frente, as respostas para as perguntas que nos fazemos sobre o destino da empresa vão sendo esclarecidas. E fica mais fácil tomar decisões, a acertar o alvo e, assim, a controlar a FRAGILIDADE DA DECISÃO.

“Quando alguém está realmente preparado para uma coisa, ela aparece”, do livro Pense e Enriqueça, de Napoleon Hill.

5 DICAS PARA CONTROLAR A FRAGILIDADE DA DECISÃO

A FRAGILIDADE DA DECISÃO – 5 DICAS PARA CONTROLAR

O segredo para você lidar com a Fragilidade da Decisão é desenvolver sua habilidade de decidir como empresário5 medidas que lhe ajudarão nesse sentido:

1) Pratique a atividade empresarial incansavelmente. Quer dizer, dedique a maior parte do seu tempo para agir como empresário e não como técnico. Analise seu mercado de atuação, pesquise a necessidade do cliente, converse com o cliente todos os dia, lidere seus colaboradores e estabeleça os objetivos que a empresa deve alcançar. Atue como recurso técnico ou como um consultor apenas quando necessário.

2) Decida sempre. Ficar parado é pior do que decidir errado. Você só aprende se fizer, errar, consertar, fizer novamente, ajustar, e daí em diante.

3) Estude sem trégua. Leia livros, pesquise e apreenda cada vez mais a respeito de Liderança, Gestão, Finanças, Contabilidade, RH, entre outras áreas de empresa. Aperfeiçoe-se naquilo que você já domina, porém estude também as matérias que você tem menor conhecimento. Uma boa visão de todas as partes da empresa aumentará bastante sua capacidade de decisão.

4) Saia de casa. Além dos estudo individuais, participe de seminários, frequente cursos sobre gestão, ou seja, circule fora da empresa para ampliar seu campo de visão e, como isso, ter mais informações para decidir.

5) Conviva com pessoas mais talentosas do que você. Conviva com empresários e gestores mais bem preparados do que você. É confortável (e bom para o ego) ser o melhor do palco. Mas você aprenderá mais das pessoas que estão na sua frente. São elas que lhe darão os conselhos que você precisa para alavancar o negócio. Fuja dos fracassados, porque eles só vão botar ideias negativas na sua cabeça.

Seguindo as 5 recomendações acima, você mantém sob controle a Fragilidade da Decisão.

Um Grande Inimigo Para Você Decidir Corretamente

Você sabe qual é um dos seus maiores inimigos e que lhe atrapalha a decidir corretamente? A DISTRAÇÃO. Isso mesmo, num simples momento de desatenção, você corre o risco de colocar por água abaixo a solução adequada para resolver um problema sério da sua empresa.

Para nós, que estamos à frente de uma empresa, a distração é um mal imperdoável, a ser evitado a todo custo.

Este é mais um conteúdo sobre a Fragilidade da Decisão, que está sempre muito ativa, por perto. Isso por que você toma decisões todo o tempo – desde decisões mais simples a decisões mais estratégicas e complexas – e, assim, você está sempre sujeito a cometer equívocos.

Imagine então, com tanta responsabilidade nas costas, decidir numa hora de desatenção! É meio caminho para o erro. Jamais deveria ser feito ou sequer tentado. Você precisa estar concentrado o tempo inteiro, não pode cochilar um segundo.

A desatenção é ocasionada principalmente por 3 motivos:

  1. Cansaço – caso sinta-se meio pregado, exausto, deixe para decidir depois, pois as chances de errar são maiores nessas horas. Descanse um pouco na própria empresa, repense o assunto, e volte ao debate depois, ou deixe para decidir no próximo dia. Descansado e de cabeça fresca, você aumentará muito a qualidade das suas decisões.
  2. Desinteresse – Quando você está tratando de assuntos desinteressantes, dos quais não gosta muito, há uma tendência para você fugir da tarefa, pensar em outras coisas, desligar-se sem querer. Por exemplo, se você não gosta muito de analisar os balanços contábeis da empresa – muitos empresário não gostam – por que acha isso meio chato, não deveria decidir sozinho sobre o regime de tributação da empresa, porque pode não prestar ao tema e acabar decidindo errado.
  3. Problemas pessoais – é uma das causas que mais geram impacto no nível de nossa atenção, quando estamos com problemas pessoais, problemas financeiros, com a família etc. Conheço amigos empresários que se equivocaram feio na empresa por estarem passando por problemas de saúde na família, de transtornos com os filhos, entre outros fatores.

A lição para resolver esse problema é simples: sempre que estiver lidando com os assuntos da empresa, mantenha-se focado, desconectado de outras questões. Porém, se as três razões acima estivem muito presentes (principalmente as dificuldades pessoais), a ponto de lhe impedir de pensar bem, avalie a viabilidade de delegar a tarefa a outro sócio ou colaborador da sua confiança, mesmo que temporariamente. Depois você pode voltar com toda força.

Lembre-se que há sempre muita coisa em jogo na sua empresa, muitas pessoas dependem de você. Procure decidir superconcentrado, focado. É a única forma de manter a Fragilidade da Decisão sob controle.

Uma Fragilidade Muito Difícil de Controlar

Sua empresa tem 11 Fragilidades que podem lhe causar grandes problemas. Mas isso provavelmente não é mais novidade para você, que vem acompanhando meu canal. Por outro lado, uma dessas fragilidades está entre as perigosas. Você sabe qual é? Pense um pouco.

É a Fragilidade da Decisão. Ela não é apenas muito perigosa, mas também bastante difícil de controlar. Aqui eu vou lhe explicar por isso acontece, e também vou lhe dar duas dicas para que você consiga lidar com esta fragilidade.

E este é mais um conteúdo sobre as 11 Fragilidades, que tem por objetivo lhe ajudar a crescer e construir um negócio sólido financeiramente.

Bem, vamos lá então! Por que a Fragilidade da Decisão é tão difícil de controlar. É porque decidir é parte inerente do seu dia a dia como empresário. Você decide o tempo inteiro, desde o momento em que acorda, até a hora que vai dormir – e possivelmente está decidindo mesmo quando está dormindo, trabalhando os problemas lá no seu subconsciente.

Nem quando está de férias você para, não é verdade? A vida de quem dirige uma pequena e média empresa é assim mesmo, porque é você que tem a palavra final para grande parte dos problemas, e eles parecem brotar do chão.

É exatamente porque você está decidindo todo o tempo, que você está sujeito a erros de avaliação. Por isso é tão difícil controlar a Fragilidade da Decisão, porque você está mexendo com ela com frequência e, cedo ou tarde, ela vai lhe atingir, não tem como escapar por inteiro.

E por que esta fragilidade é tão perigosa? É porque muitas decisões que você toma são arriscadas por natureza. Por exemplo, decidir sobre os produtos que serão desenvolvidos, os mercados que a empresa vai atuar, os clientes-alvo, as tecnologias que serão utilizadas para tornar o negócio competitivo, envolvem escolhas sempre difíceis de fazer.

E uma simples decisão equivocada pode lhe mandar por um caminho que não dará certo, e isso lhe causar problemas e prejuízos, e até o fechamento da empresa.

O que fazer? Bem, existem 7 medidas muito eficazes para consertar a Fragilidade da Decisão. No meu livro “As 11 Fragilidades Que Derrubam Sua Empresa” eu explico todas elas detalhadamente. E hoje eu vou lhe falar em duas das mais importantes:

1) Para controlar a Fragilidade da Decisão, uma das coisas mais importantes é você se desenvolver como gestor. Quanto mais habilidades de administração você tiver, maiores as chances de acertar nas decisões na empresa. Além de conhecer bem o produto que comercializa, você precisa ter uma visão geral de todas as partes da empresa. Você não é obrigado a ser o melhor do mundo em todas as áreas, mas tem que dominá-las ao menos em um grau médio.

2) E a segunda dica é você procurar decidir todo o tempo. Ficar parado, com receio de decidir, porque você não tem certeza sobre as melhores alternativas, é o pior a se fazer. É aquela velha lição: você só aprende com o erro. Quer dizer, se você não decidir e ficar parado, não vai errar, e assim não aprenderá com o erro. Portanto, quanto mais você decidir, e corrigir os erros, mais vai aprender a dominar a fragilidade da decisão.