Como tomar decisões na empresa – 2 estilos de decisão

Você consegue dizer qual o seu estilo de decisão? Ou seja, como é que você decide na sua empresa? Prefere ouvir outras pessoas ou gosta de tomar decisões por conta própria, de maneira mais unilateral?

Já posso te adiantar que existe uma forma que funciona melhor, que eu próprio uso na minha empresa e que para mim faz muita diferença: combinar os dois estilos! Veja mais sobre isso no vídeo a seguir e aprenda a combater a fragilidade da decisão:

COMO TOMAR DECISÕES NA EMPRESA – 2 ESTILO DE DECISÃO

O risco de errar na decisão

Antes de explicar como decidir bem, é importantíssimo ressaltar que o risco de errar na decisão influencia e muito no sucesso da sua empresa. Afinal de contas, imagina só se uma decisão que pode mudar o rumo do seu negócio for tomada de forma errada! Com certeza inúmeras consequências negativas vão surgir, infelizmente.

É por isso que a tomada de decisões deve ser, sempre que possível, muito bem pensada e planejada. Ainda mais se for uma decisão importante. Então, como fazer isso?

Como decidir bem

Como você viu no vídeo, a melhor maneira de evitar o risco de errar na decisão é misturando o estilo de decisão participativo e o estilo de decisão centralizador. Ou seja, por um lado você ouve as pessoas antes de tomar uma decisão, mas depois você mesmo decide sem transferir essa responsabilidade para ninguém.

Nunca se esqueça de que a responsabilidade de tomar uma decisão na sua empresa é sua, como dono do negócio. Isso especialmente em uma pequena ou média empresa, onde, normalmente, existem muitas pessoas e não há uma estrutura muito grande para ajudar os empresários a tomarem decisões e implementá-las.

Sendo assim, no final das contas, quem toma a decisão é você. Mas, então, qual é a vantagem de ouvir outras pessoas antes de tomar uma decisão?

Vantagens do estilo de decisão participativo

O estilo de decisão participativo possui duas grandes vantagens: a primeira vantagem é que você amplia a percepção do problema. Ou seja, se você ouve outras pessoas, vai ouvir também a opinião dos outros.  Mas, lembre-se: é preciso selecionar as pessoas certas para isso!

Principalmente quando é um problema mais complexo ou em uma área na qual você não tem muito domínio. Então a primeira vantagem é essa: aumentar a sua visão do problema e, assim, conseguir decidir melhor.

A segunda vantagem, quando se fala principalmente dos seus colaboradores ou dos seus sócios, por exemplo, é que você envolve todo mundo no processo de decisão. Quando uma pessoa começa a fazer parte da decisão, ela normalmente tem mais compromisso, uma vez que ela fez parte de todo aquele processo.

Então, essa é outra vantagem muito grande: comprometer mais as pessoas que vão implementar a decisão posteriormente para você.

Estilo de decisão centralizador

Mesmo que o estilo de decisão participativo seja realmente importante, tenha em mente que você não precisa fazer isso para todas as decisões. Afinal, existem algumas decisões que são muito simples, que você já sabe o que tem que fazer e toca para frente. Coloque o pessoal na mesa quando realmente for necessário ampliar o seu processo de decisão.

Caso contrário, para decisões mais simples, não existe nenhum problema em usar o estilo de decisão centralizador. Além disso, é válido ressaltar que mesmo quando você usa o estilo de decisão participativo, no final das contas, quem toma a decisão é você, você não pode transferir isso para ninguém.

E outra coisa, você não está ali para tomar uma decisão que agrade os outros. A decisão precisa agradar apenas a empresa, ela não pode agradar nem a você próprio, como dono do negócio. Ela precisa atender aos interesses da empresa, porque se ela atender esses interesses e a empresa for para frente, todo mundo ganha.

E há outra coisa importante para lhe dizer: quando você coloca as pessoas na mesa para decidir, não finja que elas estão lá para lhe ajudar na decisão só para agradá-las e para mostrar que você é uma pessoa participativa. Se elas estão lá é porque você realmente quer ouvi-las e vai usar parte disso, se for o caso, para lhe ajudar no processo de decisão.

Caso contrário, as pessoas vão perceber rapidamente que você está lá mais para agradar, e não vão dar muita bola para você, não vão nem contribuir com o processo de decisão, porque depois elas vão saber que você vai fazer tudo do seu jeito. Então, use as pessoas de fato, de maneira legítima, se for o caso, para lhe ajudar no processo de decisão.

Portanto, a fragilidade da decisão existe e pode estar muito mais perto do que você imagina. Ao todo, existem 11 fragilidades que derrubam sua empresa e você precisa conhecer e entender cada uma delas a fim de evitá-las sempre que possível. Para ter acesso a esse conteúdo de forma bastante detalhada, basta acessar meu livro por meio do link: http://livro.as11fragilidades.com.br/.

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