Uma Decisão Muito Difícil Para o Empresário

Sabe qual é uma das coisas mais difíceis para quem tem uma empresa? É decidir.

Decidir numa empresa é tão difícil porque envolve assuntos complicados e críticos. Decidir para quais mercados você vai vender, que produtos vai desenvolver e que pessoas você vai contratar, por exemplo, nunca é uma tarefa fácil.

Contudo, existe um tipo de decisão que, na minha opinião, é uma das mais difíceis de todas, talvez a mais difícil. Sabe qual é?

É decidir se sua empresa deve focar ou não num determinado produto ou serviço, mercado, nicho.

Parece fácil, mas não é. Isso porque para nós, empresários, uma grande dúvida paira sempre sobre as nossas cabeças: se você abrir o leque opções de produtos e serviços, minhas chances de ganhar dinheiro aumentam ou diminuem?

O que seria melhor, focar num determinado mercado e produto e tentar ser o melhor nele, ou é mais seguro trabalhar com mais opções? Isso porque, se a minha única escolha não der certo, corro o risco de ficar sem nada.

E você também poderia pensar: com mais opções, eu alcanço diferentes tipos de clientes, e as minhas chances de vender aumentam.

Por exemplo, para quem tem um restaurante, é melhor se concentrar em uns poucos pratos, tentando ser o melhor neles, ou é mais indicado trabalhar com um menu extenso de opções de pratos?

Finalmente, você deve focar, ou diversificar? Qual a decisão acertada?

Você concorda que é uma decisão complicada para tomar? Você precisa estar muito convencido que a empresa vai no caminho certo. Mas ter essa certeza é quase impossível. Só se você tivesse uma bola de cristal.

E o pior é que novas oportunidades não param de surgir. Isso porque você é empresário, certo? Então os amigos, parentes e outros empresários nos trazem a todo o tempo novas propostas de negócio.

Algumas delas são boas, mas pode estar fora do seu de atuação. Por exemplo, imagine que você tem uma empresa de confecções e alguém lhe apresenta uma excelente oportunidade para abrir uma lanchonete num shopping center. Até parece um negócio promissor, mas será que você vai se dar bem, ou é melhor continuar focando no seu negócio?

Isso sempre aconteceu muito comigo – e ainda acontece. Todo dia parece que chega alguém com uma ótima ideia. Mas eu aprendi a dizer não para muitas pessoas. Isso porque na maioria dos casos tive problemas sempre me desviei do meu campo de atuação, da minha área de especialização.

Eu acredito que focar numa única coisa é melhor do que diversificar em excesso. Você até pode ter uma segunda opção de produto, mas é preciso cuidado para não passar disso.

Para ser bom em algo nos dias de hoje, com tanta concorrência no mercado, é essencial ter foco e se dedicar ao que você faz durante muito tempo.

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2 LIÇÕES DE LIDERANÇA E GESTÃO QUE APRENDI COM BILL GATES E STEVE JOBS

Existe um modo elementar para você se desenvolver como gestor. Você sabe qual é?

Copiar as práticas de grandes líderes da nossa história, e procurar agir como eles. Simples assim!

Eu faço isso com frequência. Estou sempre lendo livros e notícias, estudando citações, assistindo vídeos de gestores e líderes de sucesso, para aprender com eles.

Porém, é fundamental que você se identifique com eles. Não adianta eles serem apenas líderes de renome, você também precisa se conectar com essas pessoas, admirar eles.

Eu tenho afeição especial por Bill Gates e Steve Jobs. Gates saiu da direção da Microsoft já tem alguns anos e se dedica à filantropia, e Jobs, como vocês sabem, não está mais entre nós.

Ambos revelam 2 segredos para o sucesso deles como empreendedores e líderes. E neste artigo você saber quais são essas lições e como isso vai lhe ajudar a ser tornar um gestor melhor.

Este é mais um conteúdo sobre a Fragilidade do Gestor, que precisa ser controlada de perto. Porque se você for um bom gestor terá mais facilidade para lidar com as demais fragilidades da sua empresa.

E a primeira lição deles é a de ser visionário,  e visionário de forma incondicional, sem limites. Isso significa que os líderes precisam sonhar longe, acreditar que vão alcançar um estágio para a empresa que a maioria das pessoas nunca imaginou.

Eles vão encontrar muita resistência, porque quem é visionário e sonha alto vai se deparar com adversários que vão tentar diminuir as ideias deles, dizendo que não vão funcionar, que não fazem sentido.

Mas os líderes, quando realmente visionários, vão se manter firmes na sua visão, como uma rocha. Também mostrarão outra habilidade, que é comunicar a visão deles internamente na empresa, para que os colaboradores  comprem a briga e trabalhem na construção desse futuro. Esta capacidade de comunicação é fundamental.

Vocês conhecem alguém mais visionário do que Steve Jobs, que botou na cabeça que a Apple iria desenvolver o Iphone e o Macintosh, numa tecnologia fechada? Era uma ideia maluca na época, mas ele conseguiu, e até hoje ninguém se equiparou a Apple.

E a segunda lição, é a de que o bom líder e gestor precisa decidir mais a longo prazo do que a curto prazo. Como é que ele vai alcançar a grande visão de futuro decidindo a curto prazo? Não faria sentido.

Sim, você também precisa tomar decisões de curto prazo todo o tempo, porque a empresa está operando, não está parada. Mas nenhuma empresa se sustenta assim. Se você decide a maior parte do tempo para apagar incêndios e resolver assuntos urgentes, acenda a luz vermelha, porque tem algo errado na empresa.

Esta é uma regra básica de administração: as decisões devem ser na sua maioria a médio e longo prazos, que são aquelas que vão surtir efeito num horizonte de um ano, cinco anos, 10 anos, 50 anos, e daí em diante.

Veja o caso de Bill Gates, que saiu da direção da Microsoft e hoje se dedica à filantropia. Sem desmerecer as boas intenções de Gates, mas as vendas da Microsoft devem crescer, na medida em que são doados recursos aos países mais pobres, para investimento em educação, segurança e saúde, por exemplo

Se os países progredirem, as pessoas melhoram a condição de vida e, assim, de consumem novas tecnologias.

Mas quando uma ação como essa surtirá efeito? Quantas gerações são necessárias para mudar o destino de um país? Certamente mais de uma. Você consegue imaginar uma decisão de mais longo prazo do que está?

Para mim, como empresário, essas duas lições – ser visionário e decidir a longo prazo – de Bill Gates e Steve Jobs, são muito importantes para o crescimento da minha empresa.

Mesmo sabendo que a empresa deles é infinitamente maior do que a minha, isso não significa que eu não deva aprender com eles, muito pelo contrário.

Copiar as práticas de grandes líderes é uma forma simples de você se tornar um melhor administrador e, desse modo, controlar com firmeza a Fragilidade do Gestor.

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Riscos e Fragilidades Que Você Não Enxerga

Você sabe qual é o seu pior inimigo? É aquele que você não vê, que está bem escondido na sua empresa, dentro ou mesmo fora dela.

Porque só existe uma maneira de você combater uma ameaça, que é descobrir onde está localizada a ameaça. Se você não sabe onde está o inimigo, ele pode lhe pegar quando você está distraído

A questão é que certos problemas são mais fáceis de resolver, enquanto outros nem tanto. Por exemplo, é fácil saber que a Internet da empresa está lenta, e que isso pode prejudicar o atendimento do seu cliente, assim como afetar a produtividade dos seus colaboradores.

Nesse caso, você já localizou que a empresa tem uma fragilidade na rede de comunicação, e fica mais simples buscar alternativas para resolver a falha.

Mas o problema é que existem riscos que você simplesmente não consegue ver, e são exatamente essas fragilidades que podem lhe derrubar.

Talvez você tenha dificuldades, por exemplo, para selecionar e treinar os seus colaboradores, de forma a deixar eles prontos para atender os clientes.

Já notou, quando você vai a um restaurante, uma lanchonete ou uma loja qualquer, que alguns funcionários atendem tão bem que se comportam como se fossem os donos? Enquanto em outros locais os funcionários parecem estar lá por obrigação, porque alguém mandou eles fazerem aquele trabalho.

No 2º caso, a empresa parece ter fragilidade para selecionar e treinar os colaboradores.

E sabe o perigo? Como os clientes não reclamam – porque a maioria não reclama, simplesmente não volta ao local – você terá dificuldade para identificar essa fragilidade na gestão do colaborador. É uma fragilidade escondida. E se você não percebe, não resolve o problema.

Já a 1ª empresa, que atende muito bem os clientes, parece ter descoberto como corrigir a Fragilidade do Colaborador.

Aqui estou falando de um único exemplo, mas existem muitas outras fragilidades e riscos que podem estar escondidos na sua empresa. São 11 as Fragilidades mais perigosas.

Como saber se você tem dificuldades para decidir corretamente, para controlar suas finanças, para manter a empresa atualizada tecnologicamente, para atender os clientes bem a vida inteira. Como descobrir se sua empresa tem essas e outras fragilidades, que podem estar disfarçadas?

Só tem um jeito de você descobrir: mapear, com precisão, onde há riscos e fragilidades em todas as partes da sua empresa.

Segundo o método que eu ensino, praticamente 100% das empresas possuem 11 Fragilidades específicas, que são muito perigosas. As Fragilidades lhe impedem de crescer e, pior ainda, podem fazer você quebrar mais na frente, mesmo depois de uma boa fase de crescimento.

Você só se sentirá confiante e mais tranquilo como empresário, quando estabelecer ações para corrigir todas essas fragilidades. Mas, primeiro você precisa identificar com clareza onde elas estão instaladas, combinado?

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