Sua Empresa Vale o Risco Que Você Está Correndo?

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https://youtu.be/x-CuwxCWiOI

Quando você decide entrar abrir uma empresa ou entrar num novo negócio, o que é que você avalia em primeiro lugar?

Bem, normalmente é se o negócio é lucrativo e se você vai ganhar dinheiro com ele. Porque se não for, para quê desperdiçar tempo e energia? Como empresário, você vai investir onde acredita que terá um bom retorno.

Porém, além do lucro e do potencial de faturamento do negócio, existe uma outra variável que você precisa levar em conta sempre. Neste vídeo você vai saber que variável é esta e porque ela é vital para a sua empresa.

E a variável é o risco envolvido na transação que você pretende desenvolver. Sim, e o risco não apenas para sua empresa, mas também para você pessoalmente.

Mesmo que você seja um empresário experiente, quando você decide entrar numa operação nova com sua empresa, precisa avaliar os riscos envolvidos. Sabe por que isso é tão importante?

Porque mesmo que o negócio seja altamente lucrativo, mesmo assim pode não valer a pena. Melhor dizendo, pode não valer o risco. Porque alguns riscos, quando acontecem, causam prejuízos enormes a sua empresa.

Vou lhe dar um exemplo, ou melhor dois exemplos, para isso ficar mais claro, um deles que aconteceu com minha empresa no passado.

Eu tenho uma empresa de tecnologia e, numa determinada época, nós assinamos um contrato com um grande banco, para fornecer um software que controlava parte crítica da operação do banco.

Sob o ponto de vista financeiro, o contrato era excelente. O faturamento anual, em números atuais, era de R$ 600.000,00. O problema é que se o sistema saísse do ar, pagaríamos uma multa de R$ 50.000,00 reais por dia. Sim, você não entendeu errado: R$ 50.000,00.

A multa era tão alta porque o sistema que fornecíamos era realmente crítico, e o banco teria prejuízos se o sistema falhasse. Nós assinamos o contrato porque era muito tentador, apesar do risco altíssimo. Felizmente nunca houve nada grave, ou talvez minha empresa não estive viva.

Um segundo exemplo: quando uma grande empresa lhe convida a ser um fornecedor exclusivo, os ganhos tendem a ser grandes, mas os riscos também. Isso porque se a grande empresa tiver problemas, e parar de lhe abastecer, ou se você não for capaz de cumprir os acordos que combinou, ela pode lhe tirar da jogada rapidamente e, sem outras opções, você vai ficar sem nada, e quebra.

São dois bons exemplos que mostram a necessidade de você avaliar bem riscos envolvidos.

Eu não estou defendendo ou condenando um ou outro negócio. Você conhece bem seu mercado e sabe onde está pisando. A minha orientação é como especialista em riscos e fragilidades das empresas. Avalie sempre os riscos (aquilo que você pode perder) envolvidos nos negócios em que você está entrando, e não olhe apenas as receitas e lucros.

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Descubra As 2 Fragilidades Urgentes dos Empresários

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Quanto Você Precisa Saber de Tecnologia Para Dirigir Sua Empresa?

De zero a 10, quanto você precisa saber de tecnologia para dirigir sua empresa?

Muitos empresários têm dúvidas quanto a esta questão: para quem tem uma empresa, o que vale mesmo é o conhecimento que você tem no seu ramo de atuação, ou você precisa também entender de tecnologia?

E eu preciso lhe dizer que, nos dias de hoje, e cada vez mais, valem ambos: o conhecimento no seu negócio, sim, mas também na tecnologia. Mas quanto de cada? 50%, 50%? Qual a proporção ideal para conhecer cada um deles?

Neste artigo, você vai descobrir porque a tecnologia é mais importante do que você imagina para o seu negócio e o quanto você precisa ter domínio sobre ela.

Respondendo à primeira questão, mais do que nunca a tecnologia está presente na vida das empresas. Ninguém vive sem ela hoje. Ninguém! Nem as empresas mais tradicionais, como os médicos, os educadores, ou artistas, por exemplo, quando esses atuam por conta própria.

Tecnologia é um tema longo, poderíamos falar aqui por várias horas, mas eu vou resumir o quanto a tecnologia é essencial em dois pontos apenas. O primeiro deles é que a tecnologia está presente em praticamente todos os processos da empresa. Anteriormente não era assim.

Antes, a preocupação maior era utilizar a tecnologia para modernizar o processo de fabricação do produto, pois o empresário necessitava de equipamentos modernos para ser competitivo.

Isso valia – e vale – para quase todos os setores, desde um dentista, que precisa ter equipamentos supermodernos para prestar um bom serviço, até quem fabrica roupas, que deve utilizar máquinas atualizadas, tomando-se dois exemplos.

Contudo, agora a tecnologia vai além do processo de produção e passou a ser parte vital dos processos de vendas, de suporte ao cliente, de seleção e treinamento dos colaboradores etc.

Imagine uma empresa hoje que não utiliza o Marketing Digital para se promover, se relacionar com os clientes e vender em larga escala. Ou que não usa canais como o WhatsApp para dar suporte aos clientes. Ou que não aplica treinamentos online para capacitar os colaboradores.

Você até pode sobreviver se não fizer nada nisso, mas eu lhe garanto que você tem mais chances de crescer se utilizar esses e outros recursos da tecnologia.

A segunda razão que explica porque a tecnologia é essencial é que a “geração de nativos” – por razões óbvias – só aumenta. São os bebês que nascem embrulhados na tecnologia, crescem com ela, e serão seus consumidores amanhã. E eles vão escolher sua empresa não apenas pela qualidade do produto, mas também pela forma com que você entrega os produtos a eles.

Tomando um exemplo, nos dias de hoje (amanhã pode mudar novamente), as pessoas utilizam muito mais Uber do que táxi. O produto (um meio de transporte) é praticamente o mesmo, mas a forma de usar e comprar é totalmente diferente.

Por esse motivo, caso você perca o “timing” da tecnologia sua empresa corre o risco de não durar muito, porque você não terá mais para quem vender.

E agora surge a pergunta final. Quanto eu preciso saber de tecnologia? Bem, a resposta é que você precisa ter conhecimento suficiente para decidir sobre os investimentos que fará na empresa, para que ela se mantenha atualizada.

Numa pequena e média empresa quem decide sobre os assuntos estratégicos é você, certo? Ninguém mais. Considerando que a tecnologia é altamente estratégica, você precisará ter um bom conhecimento da tecnologia, para decidir o que será aplicado no seu negócio.

50% a 50%? Depende. Pode ser menos do que o conhecimento no negócio, mas também pode ser até mais. O que tenho certeza é que nunca é muito pouco, e a tendência é aumentar.

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A Falha Pode Não Ser Do Atendimento Da Empresa

Parece que sua empresa está com problemas no atendimento, porque os clientes estão reclamando, apesar de você se esforçar para fazer o melhor.

Eles se queixam que você entrega fora do prazo, que seu pessoal demora para resolver os problemas, que os produtos chegam com defeito, e por aí vai.

Se nada disso se aplica à sua empresa, você não precisa mais ler este e-mail.

Porém, se você recebe reclamações de clientes, então você precisa melhorar o atendimento. Será? Talvez não.

Porque a causa do problema pode não estar no suporte ao cliente, mas em outro local da sua empresa.

Quando os clientes reclamam do atendimento, a primeira coisa que você deve analisar não é o seu atendimento. A orientação parece absurda, mas eu lhe garanto que ela está correta.

É porque a explicação da reclamação pode estar no seu produto e não no atendimento – apesar do cliente se queixar do atendimento. Se o seu produto não for bom, se tiver defeitos, nenhum atendimento, por melhor que seja, vai resolver.

Um produto com problemas requer reparo, ajuste, troca etc., e tudo isso acaba sobrecarregando o seu pessoal de atendimento, e você próprio.

Contratar pessoas novas para o atendimento, implantar sistemas e melhorar os controles internos até pode melhorar a resposta ao cliente, mas vai aumentar os custos da sua empresa sem necessidade, e não vai solucionar a causa raiz do problema.

A regra vale para a maioria das empresas, de qualquer setor. Por exemplo, se uma loja de eletrônicos entrega um equipamento que não funciona, os clientes vão ligar reclamando e pedindo orientações, e seu atendimento não estará preparado para uma demanda tão alta, causada por um defeito no produto.

Um outro exemplo seria uma concessionária, quando vende um carro com algum problema, e muitas vezes faz um recall (convida os clientes a trazerem o carro para o reparo). Já imaginou como esse procedimento vai sobrecarregar o atendimento?

Mas o bom nessa história é que a recíproca é verdadeira. Quer dizer, se o produto for excelente, o seu atendimento vai rodar leve, sem atropelos, com poucas pessoas e baixo custo.

Veja que eu não estou afirmando que o atendimento está livre de falhas. Muitas vezes o problema é exatamente lá. A única coisa que estou dizendo é que a primeira coisa a ser examinada deve ser o produto.

Reclamações de clientes devem ser levadas a sério, não podem ser negligenciadas. Do contrário, você vai ativar a Fragilidade do Cliente, que é uma fragilidade muito perigosa porque pode lhe fazer perder bons clientes.

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