5 BENEFÍCIOS DO CONTROLE DOS RISCOS

Um bom método para gerenciamento de riscos é vital para a saúde da sua empresa. Porém, a maioria dos empresários que dirige pequenas e médias companhias ainda tem dúvidas sobre o tema.

Se for o seu caso, leia este artigo até o final, porque eu vou falar de 5 grandes benefícios que o controle dos riscos, quando é feito da forma correta, traz para o seu negócio.

Este é um novo conteúdo sobre as 11 Fragilidades e Riscos, quem tem por objetivo lhe ajudar a crescer, porém crescer de modo sustentável.

E o primeiro benefício do gerenciamento de riscos é antecipar problemas futuros. Imagine um método que vai lhe permitir avistar na frente dificuldades que você nem imaginaria que pudessem acontecer.

Pois é! Se você consegue prever esses problemas, estabelece medidas para lidar com eles com antecedência. E nós, empresários, gostamos de ter controle da situação. Ninguém quer ser pego desprevenido. Então é realmente um enorme benefício.

Contribuir para sua empresa alcançar os objetivos definidos é a segunda grande vantagem do gerenciamento de riscos. Aliás, essa é considerada a principal finalidade do método: lhe ajudar a atingir suas metas.

No papel, é mais fácil definir planos. Mas, na hora H surgem no caminho imprevistos que não havíamos pensado antes. É onde entra o gerenciamento de riscos. Ele serve para você identificar todos os eventos que podem lhe atrapalhar, ou mesmo lhe impedir, de concretizar seus objetivos.

Por exemplo, imagine que você definiu a meta de duplicar a base de clientes no ano. Mas, você esqueceu de analisar o risco de não ser capaz de atender a demanda dos novos clientes. Se esse risco existe, e você não corrigir a fragilidade do seu atendimento, não atingirá o objetivo pretendido… pode até perder clientes, o que será pior. Entendeu?

O terceiro benefício do gerenciamento de riscos é reduzir prejuízos. Sabe qual o motivo? É porque sempre que um risco vira realidade, ele normalmente causa danos (se não financeiro, de outra natureza) a sua empresa.

Um risco, portanto, está associado a uma consequência negativa e, por isso mesmo, deve ser controlado. Assim, se você reduz os riscos, reduz também a possibilidade de perdas.

Quarto benefício: Corrigir fragilidades internas. Vou explicar.

Risco e fragilidade são irmãos gêmeos. Quer dizer, quando você descobre que um determinado risco pode lhe pegar amanhã, imediatamente você deveria saber se está preparado ou não para lidar com esse risco. Caso não esteja, a solução é corrigir as fragilidades para evitar que o risco lhe pegue.

Por exemplo, se existe o risco de você perder seu maior cliente, e você não tem qualquer crédito pré-aprovado em banco (o que seria uma fragilidade) para cobrir déficits, você ficará sem dinheiro para honrar os compromissos. Para corrigir essa fragilidade, é recomendável negociar com seu gerente de banco um crédito para lançar mão numa emergência.

Assim, conforme explicado, você percebe que a relação entre risco e fragilidade é muito próxima.

Falando agora do quinto benefício, o gerenciamento de riscos contribui para aperfeiçoar o processo de tomada de decisão da empresa. Isso porque você vai desenvolver a habilidade de decidir com base nos riscos que estão em jogo, e não apenas na sua intuição.

Para decidir por um caminho ou outro, você calcula os riscos envolvidos em cada alternativa, antes de escolher o caminho a seguir. Caso você decida por correr mais riscos, não há problema, o que importa é fazer as escolhas de modo consciente. Então esse é outro grande benefício, decidir melhor

Então era isso, se você ainda não viu os vídeos anteriores, eu recomendo que assista, porque tem segredos importantes sobre o controle dos riscos.

 

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A NORMA NÚMERO 1

“A NORMA NÚMERO 1
A mais importante de todas as normas de uma empresa, incluindo a sua, é o código de ética. É a partir dele que a empresa orienta os colaboradores sobre o que é certo ou errado e os ajuda a tomar decisões e fazer escolhas no dia a dia. O código de ética expressa ainda o que a empresa entende por um comportamento ético e esclarece os valores e princípios da organização. […]

A ética não é mais uma exigência apenas moral, mas se tornou vantagem competitiva. As pessoas preferem, cada vez mais, comprar e vender para quem é ético, para quem trabalha corretamente. Se a sua empresa deseja crescer, terá que adotar a ética como princípio, e não apenas na teoria, mas também na prática. “, extraído do livro As 11 Fragilidades Que Derrubam Sua Empresa.

 

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Uma boa liderança é capaz de controlar a Fragilidade do Gestor

Para que você melhore a cada dia como gestor, aprenda com Napoleon Hill 10 QUALIDADES DA LIDERANÇA:

1. “Coragem inflexível.

2. Autocontrole.

3. Senso de justiça apurado.

4. Decisões bem definidas.

5. Planos bem definidos.

6. Uma personalidade agradável.

7. Simpatia e compreensão.

8. Domínio dos detalhes.

9. Disposição de assumir completa responsabilidade.

10. Cooperação.”

Seguindo todas elas, você controla a FRAGILIDADE DO GESTOR.

RESOLVA AS 11 FRAGILIDADES

O segredo para crescer e tornar seu negócio sólido financeiramente é corrigir os seus pontos fracos, as 11 Fragilidades da empresa, todas elas, sem exceção.

Se alguma Fragilidade ficar de fora, ela pode rachar e derrubar sua empresa de repente. Além do mais, quando uma única Fragilidade racha, ela sobrecarrega as demais, que acabam não suportando o peso e trincam também. Essa reação em cadeia gera grandes prejuízos e comprometem a estrutura da sua empresa rapidamente. Muitas vezes, você nem sequer tem tempo de reagir e termina fechando as portas.

Por outro lado, se você persistir e consertar as 11 Fragilidades, suas chances de sucesso aumentam bastante.

 

“Um negócio é tão bom quanto a soma das suas partes, o que significa que não podemos nos dar ao luxo de ter partes fracas”, Robert Heller.

ASSISTA ESTE VÍDEO ANTES DE DEFINIR SEUS OBJETIVOS

De que forma o gerenciamento de riscos ajuda a sua empresa? Será que esse novo método de administração é capaz de lhe ajudar a alcançar suas as metas e objetivos?

Talvez seja o seu caso, a maioria dos empresários, especialmente nas pequenas e médias empresas, ainda têm dúvidas sobre essa questão. Muitos admitem que a gestão de riscos pode de fato ajudar, mas o problema é que eles não sabem exatamente como.

Hoje eu vou lhe explicar duas questões importantes. A primeira é qual a principal finalidade do gerenciamento de riscos e a segunda, como isso contribui para o desenvolvimento do seu negócio.

Este é mais conteúdo sobre as 11 Fragilidades e Riscos, quem tem por objetivo ajudar sua empresa a crescer, porém de modo sustentável.

Vamos falar então da primeira questão. Qual é a principal finalidade do gerenciamento de riscos? É ajudar sua empresa a alcançar os objetivos que ela definiu para o futuro.

Com frequência, nós acreditamos que a gestão dos riscos serve exclusivamente para evitar perdas e prejuízos, para reduzir os riscos da operação da empresa e para corrigir fragilidades internas. Sim, serve para tudo isso, mas a principal finalidade é lhe ajudar a atingir suas metas.

Talvez seja desnecessário dizer que a contribuição para o seu negócio (nossa segunda questão) é enorme, certo? Porque um grande problema das empresas, sem exceção, é realizar os objetivos que ela estabelece.

No papel, é mais fácil definir as metas, nossos sonhos e onde queremos chegar. Mas, na prática,  não é moleza tirar as ideias do papel, porque surgem pelo caminho imprevistos que não havíamos pensado antes.

É onde entra o gerenciamento de riscos. Ele visa lhe ajudar a identificar com antecedência todos os eventos (os riscos) que podem lhe atrapalhar de concretizar seus objetivos. Na medida em que você enxerga problemas que podem surgir, você consegue estabelecer medidas preventivas para evitar que a empresa seja apanhada por eles.

Por exemplo, imagine que você definiu o seguinte objetivo para a empresa: aumentar em 30% a base regular de clientes no ano. Parece um ótimo objetivo, certo? Sim, e o próximo passo, antes de pôr a mão na massa, é você parar e pensar sobre as situações, os riscos, que podem lhe impedir de atingir esta meta.

Por exemplo, qual o risco de você não ser capaz de atender bem os clientes, em função do crescimento? Outra situação: qual o risco de surgir um novo concorrente com um serviço melhor do que o seu e a preços mais baixos?

Caso esses riscos – por exemplo, você verificou que não está conseguindo atender nem os clientes atuais, imagine se crescer 30%! – você deve estabelecer medidas preventivas já. No caso, talvez seja o caso de rever o atual processo atendimento, deixando ele mais produtivo e ágil.

É apenas um exemplo, para esclarecer em que ponto exatamente o gerenciamento de riscos lhe ajuda na prática. Porque se  você não enxergar com clareza todos os perigos que tem pela frente, você terá dificuldades para alcançar suas metas.

E aí você gasta tempo e dinheiro, investe para crescer, mas termina se frustrando lá na frente, simplesmente porque não conseguir antever e, com isso, se precaver contra problemas futuros.

Deu para entender como é valioso o gerenciamento de riscos para sua empresa?

 

COMO AS GRANDES EMPRESAS CONTROLAM A FRAGILIDADE DA NORMA

“As grandes empresas documentam suas normas, porque sabem que esse é um instrumento eficaz para controlar a Fragilidade da Norma. Se as regras estão escritas e você instrui os seus funcionários a respeito delas, o risco de que não sejam cumpridas diminui. As grandes companhias agem desse modo porque aprenderam a forma de lidar com a Fragilidade da Norma.

A mesma prática não é adotada no caso das pequenas e médias empresas, onde muitos regulamentos são informais, comunicados verbalmente aos colaboradores. Isso porque é caro – e mesmo desnecessário – documentar tudo em uma companhia de pequeno porte. Por outro lado, deve-se ter consciência de que isso atiça a Fragilidade da Norma.

É preciso bom senso para decidir que normas devem ser escritas. Eu conheço empresários que não documentam uma linha sequer (nada mesmo!). Proceder assim é desaconselhável.”, extraído do livro As 11 Fragilidades Que Derrubam Sua Empresa.

 

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POR QUE É DIFÍCIL CONTROLAR A FRAGILIDADE DA NORMA?

4 MOTIVOS QUE TORNAM DIFÍCIL CONTROLAR A FRAGILIDADE DA NORMA:

1) CULTURA – Nossa cultura no Brasil não é forte para cumprir normas. Pelo contrário, somos craques em achar um jeitinho para driblar as regras. O mau costume exige esforço adicional das empresas para garantir que seus funcionários estejam em conformidade com os procedimentos do dia a dia.

2) QUANTIDADE E COMPLEXIDADE – O Governo produz uma enorme quantidade e diversidade de regulamentos. Estar a par de todas as normas e ser capaz de dissecá-las é uma missão que beira o impossível.

3) BAIXA PRIORIDADE – O empresário não gosta de lidar com a burocracia de documentos e de checar se tudo está em dia. Ele prefere focar nas vendas, no desenvolvimento do produto, na operação da companhia, deixando em segundo plano o controle das normas internas e externas.

4) FALTA DE MÉTODO – As pequenas e médias empresas não dispõem de métodos para o controle das normas. O problema é que implantar controles que funcionem a contento não é uma tarefa simples. É preciso monitorar o mercado todo o tempo para saber quando novos regulamentos são publicados, além de acompanhar as mudanças em normas existentes.