Sua Empresa Vale o Risco Que Você Está Correndo?

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https://youtu.be/x-CuwxCWiOI

Quando você decide entrar abrir uma empresa ou entrar num novo negócio, o que é que você avalia em primeiro lugar?

Bem, normalmente é se o negócio é lucrativo e se você vai ganhar dinheiro com ele. Porque se não for, para quê desperdiçar tempo e energia? Como empresário, você vai investir onde acredita que terá um bom retorno.

Porém, além do lucro e do potencial de faturamento do negócio, existe uma outra variável que você precisa levar em conta sempre. Neste vídeo você vai saber que variável é esta e porque ela é vital para a sua empresa.

E a variável é o risco envolvido na transação que você pretende desenvolver. Sim, e o risco não apenas para sua empresa, mas também para você pessoalmente.

Mesmo que você seja um empresário experiente, quando você decide entrar numa operação nova com sua empresa, precisa avaliar os riscos envolvidos. Sabe por que isso é tão importante?

Porque mesmo que o negócio seja altamente lucrativo, mesmo assim pode não valer a pena. Melhor dizendo, pode não valer o risco. Porque alguns riscos, quando acontecem, causam prejuízos enormes a sua empresa.

Vou lhe dar um exemplo, ou melhor dois exemplos, para isso ficar mais claro, um deles que aconteceu com minha empresa no passado.

Eu tenho uma empresa de tecnologia e, numa determinada época, nós assinamos um contrato com um grande banco, para fornecer um software que controlava parte crítica da operação do banco.

Sob o ponto de vista financeiro, o contrato era excelente. O faturamento anual, em números atuais, era de R$ 600.000,00. O problema é que se o sistema saísse do ar, pagaríamos uma multa de R$ 50.000,00 reais por dia. Sim, você não entendeu errado: R$ 50.000,00.

A multa era tão alta porque o sistema que fornecíamos era realmente crítico, e o banco teria prejuízos se o sistema falhasse. Nós assinamos o contrato porque era muito tentador, apesar do risco altíssimo. Felizmente nunca houve nada grave, ou talvez minha empresa não estive viva.

Um segundo exemplo: quando uma grande empresa lhe convida a ser um fornecedor exclusivo, os ganhos tendem a ser grandes, mas os riscos também. Isso porque se a grande empresa tiver problemas, e parar de lhe abastecer, ou se você não for capaz de cumprir os acordos que combinou, ela pode lhe tirar da jogada rapidamente e, sem outras opções, você vai ficar sem nada, e quebra.

São dois bons exemplos que mostram a necessidade de você avaliar bem riscos envolvidos.

Eu não estou defendendo ou condenando um ou outro negócio. Você conhece bem seu mercado e sabe onde está pisando. A minha orientação é como especialista em riscos e fragilidades das empresas. Avalie sempre os riscos (aquilo que você pode perder) envolvidos nos negócios em que você está entrando, e não olhe apenas as receitas e lucros.

Aproveite e adquira o livro inédito “As 11 Fragilidades Que Derrubam Sua Empresa“.

O RISCO DE INICIAR UMA EMPRESA SEM DINHEIRO

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Você tem dinheiro suficiente para iniciar um novo negócio? Qual o risco de você começar uma empresa sem qualquer reserva financeira?

Essas são perguntas que todo empresário deveria se fazer, ao invés agir apenas pelo impulso de empreender, muitas vezes deixando de avaliar os riscos envolvidos.

Eu conheço empresários que se deram mal, porque faltou dinheiro no meio do caminho para tocar um negócio que parecia sensacional. Sem recursos para prosseguir, eles tiveram de abandonar o barco, que afundou.

Mas eu também conheço empresários que começaram uma empresa do nada, e se deram bem.

Qual é o certo então? É melhor aguardar para ter o dinheiro que você precisa, ou você parte para briga com a cara e a coragem? É o que você vai descobrir depois de ler este artigo.

Em grande parte dos casos, o que vale mais é o projeto e a ideia que você tem para a empresa, além da sua disposição e força de vontade pessoal. Mas o dinheiro é igualmente importante.

É porque quando você abre um novo negócio, as chances de dar tudo errado são altas. Normalmente você subestima os investimentos necessários para erguer a empresa, seja pela pouca experiência sua como empresário, ou porque muita coisa deu errado mesmo.

Por exemplo, as pessoas não compraram o seu serviço no início, ou o produto levou mais tempo para ficar pronto do que você calculou, você teve de investir mais do que o planejado, e por aí vai.

Tudo na vida parece funcionar assim, dificilmente as coisas dão certo da primeira vez. E, quando se trata de uma empresa, que é um organismo bem complexo, isso é ainda mais verdade.

E não tem nada de mal nisso, pois errar faz parte do seu aprendizado como empresário. Você só vai aprender fazendo, tentando acertar, errando, consertando, e seguindo em frente.

Eu não estou dizendo que você deve fazer tudo no improviso, sem planejamento. Você deve, sim, planejar antes de abrir uma empresa. Porém, dificilmente as coisas vão sair conforme você imaginou.

A questão não é essa. O problema é saber o que você vai fazer quando o dinheiro acabar. Quando você não tiver mais caixa, como vai enfrentar os momentos de dificuldade?

Quem vai pagar as contas da empresa enquanto as receitas não chegam, ou não forem suficientes para bancar as despesas operacionais?

E suas despesas pessoais, da casa, da sua família, quem vai pagar, enquanto você não consegue retirar dinheiro da empresa – e talvez até tenha que botar dinheiro na empresa?

Se faltar dinheiro, sua empresa estará frágil, porque a Fragilidade Financeira vai lhe atingir em cheio, e lutar contra essa fragilidade é bem difícil. Você pode acabar fechando a empresa porque não tem mais recursos para continuar.

Nunca esqueça da lição: não adianta atuar apenas naquilo que você tem de bom, certo? Sua força pode ser sua persistência e determinação.

Mas se você não corrigir as fragilidades da empresa – no caso, a Financeira – elas vão eliminar por completo suas forças, e talvez você não consiga mais seguir em frente.

Minha orientação é que você inicie o negócio com alguma reserva de capital. Quanto? Vai depender do tamanho da empresa que você pretende criar e dos investimentos que serão necessários.

Não quero lhe desanimar, mas começar com nada, ou com muito pouco, é arriscado. Pode dar certo, mas e se não der?

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RISCOS PERIGOSOS QUE ILUDEM

 

Alguns riscos, além de causarem prejuízos a sua empresa, têm uma característica muito difícil de lidar. Você sabe qual é?

É que eles enganam. Quer dizer, onde tudo parecia estar indo bem, tem uma armadilha que pode lhe derrubar. E o problema não acontece com qualquer tipo de risco, mas com alguns riscos em particular.

Neste artigo, você vai saber porque isso acontece e o que você precisa fazer para lidar com essas situações, que ocorrem na sua empresa com maior frequência do que você imagina.

Bem, porque alguns riscos enganam? É porque eles surgem em condições favoráveis para sua empresa. Ou seja, este tipo de risco aparece como algo positivo, mas na verdade ele é um inimigo oculto, pronto para lhe pegar.

Uma situação como essa pode acontecer, por exemplo, num momento em que os clientes estão comprando muito o seu produto. Por alguma razão, os pedidos à sua empresa cresceram bastante. Isso é espetacular, certo? O que poderia ser melhor do que vender tanto?

Sim, é verdade, mas nesses momentos há sempre o risco de você não ser capaz de atender a uma demanda tão grande. Caso isso aconteça, se sua empresa demonstrar fragilidades para cumprir os prazos, ou se começar a entregar produtos com defeito, os clientes ficarão insatisfeitos… e você corre o risco deles não comprarem mais de você.

E pior: há ainda o risco dos clientes saírem falando mal de você, o que pode arranhar sua imagem, e derrubar as vendas. Você vai acabar perdendo ótima oportunidade de vender, numa hora de grande procura do seu produto pelo mercado.

O problema é que provavelmente você não percebeu esse risco, ou não deu muita importância a ele. É porque você estava de olho era no crescimento das vendas, de olho no lado bom das coisas, o que é natural.

É por esse motivo que alguns riscos enganam: porque nossa tendência é ver o que é positivo, pois ninguém vai querer ser pessimista nessas horas. Mas é aí onde mora o perigo, porque você não se prepara para lidar com problemas que estão pelo caminho.

O segredo para proteger a sua empresa é identificar todos os riscos que podem lhe atingir, incluindo os riscos mais escondidos, que você não consegue enxergar facilmente. Na verdade, esses riscos são os mais perigosos, porque enganam.

Mas, fique tranquilo, pois existem técnicas para você descobrir os riscos e fragilidades da sua empresa. Foi por esse motivo que eu publiquei um livro que explica sobre 11 Fragilidades e Riscos que atingem as empresas em geral. Se você corrigir as 11 Fragilidades, as chances de fazer sua empresa crescer, e de modo sustentável, aumentam bastante.

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É POSSÍVEL ELIMINAR OS RISCOS DA SUA EMPRESA?

Você tem o poder de eliminar por completo os riscos da sua empresa?

Porque se você conseguir isso, será uma maravilha. Sua empresa caminhará livremente, sem o perigo de ter problemas graves ou até de quebrar.

Mas infelizmente a resposta é NÃO: ninguém é capaz de varrer do mapa os riscos, a não ser que você desista do seu negócio. Se você é empresário, precisará conviver com riscos por toda a vida.

Porém, SIM, você é capaz de controlar o risco através de duas variáveis-chave. Aprender este mecanismo é fundamental para o crescimento (e solidez) da sua empresa.

A primeira variável-chave para controle do risco é a PROBABILIDADE do risco acontecer.

Quer dizer, sabendo que um determinado risco pode lhe atingir no futuro, você estabelece medidas para reduzir a possibilidade dele ocorrer. Simples assim!

Por exemplo, se você já percebeu que há uma possibilidade de você não ser capaz de atender a demanda dos seus clientes nos próximos 6 meses (porque haverá muita necessidade dos seus serviços), você deveria adotar medidas para reduzir essa possibilidade.

Poderia otimizar o processo de atendimento, capacitar seus colaboradores para que sejam mais produtivos e errem menos, automatizar parte do atendimento etc.

A segunda variável-chave para controlar os riscos, além da probabilidade, é o IMPACTO do risco.

Nesse caso, se o risco lhe atingir de todo modo (mesmo que você tenha feito tudo para reduzir essa probabilidade), você terá estabelecido ações prévias que vão reduzir o tamanho do prejuízo.

Voltando ao exemplo anterior, se você não atender bem seus clientes, porque a demanda foi muito grande, isso vai causar danos na sua reputação.

Para reduzir este impacto na sua imagem, você poderia vender apenas para os mercados mais próximos de você, ao invés de vender para todo o Brasil. Assim, se o risco lhe pegar, o estrago será menor.

Entendeu as duas variáveis? É sobre a PROBABILIDADE e o IMPACTO do risco que você tem maior controle. Desse modo, você consegue administrar bem os riscos da sua empresa.

 

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DIRIGIR UMA EMPRESA FRÁGIL É MUITO ARRISCADO

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Viver com fragilidade é perigoso. Porque então correr o risco de ter um problema mais grave, se você já descobriu que sua empresa tem fragilidades bem perigosas?

Por exemplo, se você já percebeu que as vendas estão indo de mal a pior, porque insistir no erro? Seria mais lógico resolver logo a fragilidade. Porque nenhuma empresa não vai longe com a Fragilidade da Venda.

Neste artigo, vou lhe explicar porque você não deve correr o risco de conviver com as fragilidades que você já descobriu que existem na sua empresa.

Para ficar mais claro porque as fragilidades são traiçoeiras, imagine que elas são como rachaduras. Sabe aquelas rachaduras que aparecem na parede de casa, ou na coluna de um edifício? O que pode acontecer se você não consertar essa rachadura?

Bem, pode não ocorrer nada durante muito tempo, porém há o risco alto de acontecer o pior.

Sua empresa também fragilidades, que ficam escondidas, quietinhas, parecem inofensivas, mas podem rachar de uma hora para outra, quando você menos espera.

E as fragilidades racham por 2 motivos.

O primeiro deles é devido a algum contratempo interno na empresa, que faz a fragilidade estalar.

Voltando à Fragilidade da Venda que falamos no início, imagine que seu melhor vendedor, num momento em que você não está vendendo bem, pede as contas. O que era ruim então tende a ficar pior, com a saída do vendedor da sua empresa.

Mas o problema surge também por um segundo motivo: devido a fatores externos, que estão fora do seu controle. Por exemplo, se a crise econômica que o país vem passando se agravar, suas vendas vão cair ainda mais… e Fragilidade da Venda corre o risco de lhe derrubar.

Outro fator externo que pode lhe prejudicar é o aparecimento de um concorrente forte, que rouba os seus clientes.

E, sem exagero, os dois motivos acima têm força suficiente para quebrar sua empresa.

Em mais de 30 anos prestando consultoria para empresas diversas, eu vi inúmeros casos de empresários que quebraram porque não corrigiram a tempo suas fraquezas internas.

O risco de conviver com fragilidades é sempre elevado, lembrando que você coloca em risco não somente sua empresa, mas também seus bens pessoais, e sua família pode sofrer as consequências.

O segredo é você corrigir todas as fragilidades, que são 11. Você não deve deixar nenhuma das 11 Fragilidades sem conserto, não deve negligenciar qualquer uma delas, achando que você está seguro. Você só estará seguro quando resolver as fragilidades internas.

E o método que eu ensino facilita muito a sua vida nesse sentido, porque determina exatamente quais são as fragilidades que você precisa corrigir e explica em detalhes como fazer isso.

Portanto, não há razões para você correr o risco de conviver com fragilidades instaladas na empresa, achando que nada vai acontecer. Proteja o seu negócio.

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O RISCO DE VOCÊ PERDER SEU MELHOR CLIENTE

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Qual o risco de você perder o seu melhor cliente? Sim, porque esse risco sempre existe, mesmo que você acredite que vai segurar o cliente por toda a vida.

Basta que você piore a qualidade do seu atendimento, atrase projetos ou comece a enviar produtos com defeito, ou seja, tudo aquilo que chateia o cliente. Nessas horas, quem sabe um concorrente melhor do que você bate na porta do cliente, e ele aproveita para deixar sua empresa.

Não sei se já aconteceu com você, mas eu conheço empresários que perderam clientes que estavam com eles há mais de 10 anos. Isso dói no coração!

Sabe o que é importante nesse momento? É você detectar os sinais de que o cliente está planejando partir. Porque se você ouvir esse alarme com antecedência, pode estabelecer medidas para segurar o cliente.

Existem 2 sinais claros de que você está correndo o risco de perder seus melhores clientes. Neste artigo, eu vou lhe contar que sinais são esses e o que você deve fazer para resolver o problema.

E o primeiro sinal é quantidade de reclamações dos clientes em geral. Se você tem 20 clientes, por exemplo, quantos deles estão se queixando do seu atendimento, ou da qualidade do seu produto nos últimos meses?

Caso dois clientes pelos menos estiverem reclamando, já é uma situação ruim, porque estamos falando de 10% dos clientes. O índice de reclamações, de uma maneira geral, deveria ficar abaixo dos 5% ou 3%.

Receber reclamações de clientes além da conta é um forte sinal de que a Fragilidade do Cliente está ativa na sua empresa, o que significa que você deve agir rapidamente.

Além da quantidade de reclamações, é fundamental apurar também o tipo da reclamação, porque algumas queixas são piores do que as outras.

Imagine, por exemplo, que o cliente alega que você causou danos a ele porque sua empresa entregou um produto com defeito. Esse tipo de problema você deveria evitar a todo custo.

O segundo sinal de que as coisas não andam bem com o cliente, é o número de contratos que têm sido cancelados. Nada mais claro de que a Fragilidade do Cliente está instalada na sua empresa do que o momento em que o cliente decide não renovar o contrato – ou cancela de forma unilateral o contrato.

A luz neste caso é vermelha, de emergência, porque onde tem um cliente insatisfeito a ponto de cancelar o contrato, existem muitos outros. Há inclusive o risco de uma reação em cadeia, quando vários clientes deixam sua empresa de uma vez. É preciso agir imediatamente.

Sabemos que alguns negócios não assinam contratos com clientes, por exemplo, restaurantes, lojas de confecções etc. Nesses casos, é bom conhecer os clientes regulares, que você e os vendedores até conhecem pelo nome. Se eles sumirem da sua loja, pode não ser nada. Mas é sempre recomendável entrar em contato com eles para saber se houve algum problema, e procurar trazê-los de volta.

Se você não costuma apurar esses dois indicadores – de reclamação de clientes e de cancelamento de contratos -, deveria fazê-lo, na medida em que aumenta o seu número de clientes. Pesquisas de satisfação ajudam nesse sentido.

Não deixe os clientes escaparem das suas mãos. Mantenha a Fragilidade do Cliente sob controle.

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RISCOS E FRAGILIDADES SÃO PROBLEMAS DIFERENTES

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Riscos e Fragilidades são coisas diferentes. Entender a diferença entre os dois é essencial para a sobrevivência do seu negócio.

Hoje você vai saber o que distingue Risco de Fragilidade e como isso vai lhe ajudar no crescimento do seu negócio.

Tanto Risco como Fragilidade causam danos e prejuízos a sua empresa e, em alguns casos, também a você diretamente. Nesse aspecto, eles são iguais.

Porém, Risco e Fragilidade são muito diferentes num determinado ponto:

Risco é um evento futuro, que pode acontecer ou não. Quer dizer, há sempre um grau de incerteza quanto ao risco virar realidade. Porque se você tem certeza que ele vai acontecer, ou mesmo se ele já se materializou, não se trata mais de um risco e sim de um problema, um fato concreto.

Por exemplo, uma coisa é você perceber que sua empresa está correndo o risco de entregar um serviço importante com atraso para o cliente. Mas se o atraso já ocorreu, não se trata mais de risco e sim de um problema ocorrido. O risco agora é o do cliente ficar bravo com você por causa do atraso.

Já Fragilidade é algo no presente e não no futuro (caso do risco). É uma fraqueza interna da empresa, uma rachadura na estrutura que pode lhe derrubar no chão.

Exemplo: imagine que você, o dono da empresa, não gosta muito de vender, você acha que não leva jeito para vendedor. O que você gosta mesmo é de desenvolver os produtos, de prestar os serviços e atender diretamente o cliente.

Se isso for verdade, eu preciso lhe dizer que você tem um problema instalado, porque sua empresa tem uma fragilidade grave, que é a Fragilidade da Venda. Isso porque numa pequena e média empresa o principal vendedor deve ser você.

Vender é tarefa que não deve ser delegada para ninguém. É claro, sua empresa pode ter vendedores, mas o principal deles deve ser você, ou dificilmente a empresa vai crescer de verdade.

Essa então é a grande diferença entre Risco e Fragilidade: o primeiro é futuro e o outro, presente. Os dois precisam ser tratados na hora certa e utilizando um método adequado.

E como você bem sabe, porque vem acompanhando meus conteúdos, são 11 Fragilidades que você precisa corrigir. Que elas estão presentes não tenha mais dúvidas, porque elas estão lá, infiltradas na sua empresa.

O que você tem de fazer para proteger o seu negócio é localizar as 11 Fragilidades e tratar todas elas, para não ser pego desprevenido, pondo em perigo seu patrimônio.

4 MEDIDAS SIMPLES PARA REDUZIR OS RISCOS DA EMPRESA

Correr riscos não é opcional para quem dirige uma empresa, porque assumir riscos é parte da atividade empresarial, não dá para fugir disso.

O que você pode fazer é reduzir os riscos da sua empresa, e seu próprio risco como empresário. E para lhe ajudar nesse sentido, hoje eu vou falar sobre que 4 medidas simples para você controlar bem os riscos.

São ações que se complementam, uma depende da outra, e por isso é importante você ler o artigo até o final.

Este é mais conteúdo sobre a 11 Fragilidades e Riscos, que por objetivo lhe ajudar a crescer, porém de forma sustentável.

E a primeira medida é identificar todos os eventos futuros (os riscos) que podem lhe impedir de alcançar suas metas e também lhe atingir negativamente.

Este é sem dúvida o primeiro passo, porque você só é capaz de enfrentar um inimigo quando sabe se ele realmente existe. Então é preciso identificar os riscos em primeiro lugar. Por exemplo, existe algum risco de você ficar sem caixa nos próximos meses, porque os negócios não andam bem?

A segunda medida é avaliar os riscos, para saber se eles são realmente relevantes para você –  porque podem não ser. Se você detectou que existe um risco, mas ele não terá grandes impactos para sua empresa, para que você iria se preocupar com ele? Num caso desses, tire a preocupação da sua frente.

Sua cabeça precisa estar concentrada naquilo que é importante, ou seja, nos riscos que de fato causarão um problema maior para você. Por exemplo, voltando ao exemplo anterior, se você ficar sem dinheiro, além de dificultar a vida da sua empresa, o problema afetará também sua vida pessoal e da sua família. E você não vai querer que isso aconteça!

E cuidado: existem técnicas para avaliar os riscos corretamente, utilizando as variáveis do Impacto e da Probabilidade. O processo é um tanto intuitivo, com base na sua experiência, mas é preciso fazer as perguntas corretas para avaliar os riscos corretamente. Se você não tem experiência na avaliação de riscos, sugiro pedir ajuda a um especialista.

Terceira medida: definir a resposta ao risco. O vídeo Como Responder aos Riscos  explica as 4 alternativas para tratar dos riscos. Em resumo, você pode desistir do risco, assumir o risco sem fazer nada, transferir o risco para terceiros ou reduzir o risco.

Se você decidir por reduzir o risco, deve então implantar algum controle. É simples assim! Você segue a vida com o risco, mais estabelece uma ou mais ações para lidar com ele.

E a quarta medida é monitorar o risco e os controles que você implantou. A sua empresa está em constante mudança, assim como os riscos que ela corre. Um risco que você avaliou como pouco importante hoje, pode ser tornar algo amanhã. É preciso acompanhar.

E o mesmo acontece com os controles que você implantou: você deve verificar se eles estão sendo eficazes para controlar os riscos conforme você planejou. Por se não estiverem, você terá de melhorar eles, para não ficar gastando dinheiro em vão.

Essas são as 4 medidas para gerenciar os riscos: identificar, avaliar, controlar e acompanhar. E isso se aplica a qualquer tipo de empresa, não importa o tamanho ou que ela faz, sempre existem riscos que você deve controlar.

Se você seguir esse método, vai enfrentar os riscos com mais segurança, porque saberá onde está pisando, evitando cair em algum buraco e se machucar. A tendência é que você se torne uma pessoa mais tranquila por esse motivo.

 

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5 BENEFÍCIOS DO CONTROLE DOS RISCOS

Um bom método para gerenciamento de riscos é vital para a saúde da sua empresa. Porém, a maioria dos empresários que dirige pequenas e médias companhias ainda tem dúvidas sobre o tema.

Se for o seu caso, leia este artigo até o final, porque eu vou falar de 5 grandes benefícios que o controle dos riscos, quando é feito da forma correta, traz para o seu negócio.

Este é um novo conteúdo sobre as 11 Fragilidades e Riscos, quem tem por objetivo lhe ajudar a crescer, porém crescer de modo sustentável.

E o primeiro benefício do gerenciamento de riscos é antecipar problemas futuros. Imagine um método que vai lhe permitir avistar na frente dificuldades que você nem imaginaria que pudessem acontecer.

Pois é! Se você consegue prever esses problemas, estabelece medidas para lidar com eles com antecedência. E nós, empresários, gostamos de ter controle da situação. Ninguém quer ser pego desprevenido. Então é realmente um enorme benefício.

Contribuir para sua empresa alcançar os objetivos definidos é a segunda grande vantagem do gerenciamento de riscos. Aliás, essa é considerada a principal finalidade do método: lhe ajudar a atingir suas metas.

No papel, é mais fácil definir planos. Mas, na hora H surgem no caminho imprevistos que não havíamos pensado antes. É onde entra o gerenciamento de riscos. Ele serve para você identificar todos os eventos que podem lhe atrapalhar, ou mesmo lhe impedir, de concretizar seus objetivos.

Por exemplo, imagine que você definiu a meta de duplicar a base de clientes no ano. Mas, você esqueceu de analisar o risco de não ser capaz de atender a demanda dos novos clientes. Se esse risco existe, e você não corrigir a fragilidade do seu atendimento, não atingirá o objetivo pretendido… pode até perder clientes, o que será pior. Entendeu?

O terceiro benefício do gerenciamento de riscos é reduzir prejuízos. Sabe qual o motivo? É porque sempre que um risco vira realidade, ele normalmente causa danos (se não financeiro, de outra natureza) a sua empresa.

Um risco, portanto, está associado a uma consequência negativa e, por isso mesmo, deve ser controlado. Assim, se você reduz os riscos, reduz também a possibilidade de perdas.

Quarto benefício: Corrigir fragilidades internas. Vou explicar.

Risco e fragilidade são irmãos gêmeos. Quer dizer, quando você descobre que um determinado risco pode lhe pegar amanhã, imediatamente você deveria saber se está preparado ou não para lidar com esse risco. Caso não esteja, a solução é corrigir as fragilidades para evitar que o risco lhe pegue.

Por exemplo, se existe o risco de você perder seu maior cliente, e você não tem qualquer crédito pré-aprovado em banco (o que seria uma fragilidade) para cobrir déficits, você ficará sem dinheiro para honrar os compromissos. Para corrigir essa fragilidade, é recomendável negociar com seu gerente de banco um crédito para lançar mão numa emergência.

Assim, conforme explicado, você percebe que a relação entre risco e fragilidade é muito próxima.

Falando agora do quinto benefício, o gerenciamento de riscos contribui para aperfeiçoar o processo de tomada de decisão da empresa. Isso porque você vai desenvolver a habilidade de decidir com base nos riscos que estão em jogo, e não apenas na sua intuição.

Para decidir por um caminho ou outro, você calcula os riscos envolvidos em cada alternativa, antes de escolher o caminho a seguir. Caso você decida por correr mais riscos, não há problema, o que importa é fazer as escolhas de modo consciente. Então esse é outro grande benefício, decidir melhor

Então era isso, se você ainda não viu os vídeos anteriores, eu recomendo que assista, porque tem segredos importantes sobre o controle dos riscos.

 

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ASSISTA ESTE VÍDEO ANTES DE DEFINIR SEUS OBJETIVOS

De que forma o gerenciamento de riscos ajuda a sua empresa? Será que esse novo método de administração é capaz de lhe ajudar a alcançar suas as metas e objetivos?

Talvez seja o seu caso, a maioria dos empresários, especialmente nas pequenas e médias empresas, ainda têm dúvidas sobre essa questão. Muitos admitem que a gestão de riscos pode de fato ajudar, mas o problema é que eles não sabem exatamente como.

Hoje eu vou lhe explicar duas questões importantes. A primeira é qual a principal finalidade do gerenciamento de riscos e a segunda, como isso contribui para o desenvolvimento do seu negócio.

Este é mais conteúdo sobre as 11 Fragilidades e Riscos, quem tem por objetivo ajudar sua empresa a crescer, porém de modo sustentável.

Vamos falar então da primeira questão. Qual é a principal finalidade do gerenciamento de riscos? É ajudar sua empresa a alcançar os objetivos que ela definiu para o futuro.

Com frequência, nós acreditamos que a gestão dos riscos serve exclusivamente para evitar perdas e prejuízos, para reduzir os riscos da operação da empresa e para corrigir fragilidades internas. Sim, serve para tudo isso, mas a principal finalidade é lhe ajudar a atingir suas metas.

Talvez seja desnecessário dizer que a contribuição para o seu negócio (nossa segunda questão) é enorme, certo? Porque um grande problema das empresas, sem exceção, é realizar os objetivos que ela estabelece.

No papel, é mais fácil definir as metas, nossos sonhos e onde queremos chegar. Mas, na prática,  não é moleza tirar as ideias do papel, porque surgem pelo caminho imprevistos que não havíamos pensado antes.

É onde entra o gerenciamento de riscos. Ele visa lhe ajudar a identificar com antecedência todos os eventos (os riscos) que podem lhe atrapalhar de concretizar seus objetivos. Na medida em que você enxerga problemas que podem surgir, você consegue estabelecer medidas preventivas para evitar que a empresa seja apanhada por eles.

Por exemplo, imagine que você definiu o seguinte objetivo para a empresa: aumentar em 30% a base regular de clientes no ano. Parece um ótimo objetivo, certo? Sim, e o próximo passo, antes de pôr a mão na massa, é você parar e pensar sobre as situações, os riscos, que podem lhe impedir de atingir esta meta.

Por exemplo, qual o risco de você não ser capaz de atender bem os clientes, em função do crescimento? Outra situação: qual o risco de surgir um novo concorrente com um serviço melhor do que o seu e a preços mais baixos?

Caso esses riscos – por exemplo, você verificou que não está conseguindo atender nem os clientes atuais, imagine se crescer 30%! – você deve estabelecer medidas preventivas já. No caso, talvez seja o caso de rever o atual processo atendimento, deixando ele mais produtivo e ágil.

É apenas um exemplo, para esclarecer em que ponto exatamente o gerenciamento de riscos lhe ajuda na prática. Porque se  você não enxergar com clareza todos os perigos que tem pela frente, você terá dificuldades para alcançar suas metas.

E aí você gasta tempo e dinheiro, investe para crescer, mas termina se frustrando lá na frente, simplesmente porque não conseguir antever e, com isso, se precaver contra problemas futuros.

Deu para entender como é valioso o gerenciamento de riscos para sua empresa?