O COLABORADOR DE UM MILHÃO DE REAIS

A FRAGILIDADE DO COLABORADOR.

 

“A gestão de pessoas é uma peça-chave para o sucesso. As grandes empresas conhecem bem esse segredo e não é por outro motivo que elas investem milhões de reais para selecionar, treinar e motivar seus colaboradores. Algumas vão mais adiante e associam seus colaboradores, tornando-os parceiros do empreendimento que constroem juntos. Veja bem, não estou dizendo que você também deve investir muito dinheiro na seleção dos colaboradores – mas que, muitas vezes, investir seu tempo para recrutá-los e motivá-los basta, e se mostra essencial, extraído do livro As 11 Fragilidades Quem Derrubam Sua Empresa.

 

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SELECIONE A MELHOR EQUIPE – 8 CONSELHOS DE JACK WELCH

Descubra os 8 conselhos de Jack Welch, Ex-CEO da GE, para você selecionar a melhor equipe:

1) Certifique-se de que o candidato se encaixa na cultura organizacional. Pouco adianta ele ser bom em vários aspectos, se não couber na cultura da empresa;

2) Verifique se as habilidades do candidato ajudarão a atingir os objetivos pretendidos para ele;

3) Prefira contratar alguém com um bom QI;

4) Evite contratar pessoas mal-humoradas, que nunca estão de bem com a vida. Elas contaminam o ambiente e retiram a energia dos outros;

5) Aprenda a conviver com indivíduos criativos, que são mais complexos de lidar e gostam de atenção. Dificilmente sua empresa sobrevive sem eles;

6) Tome cuidado com candidatos com autoconfiança excessiva, pode ser sinal de arrogância;

7) Cheque sempre os antecedentes de quem pretende contratar;

8) Reconheça o equívoco se errar na contratação e afaste o colaborador da empresa, ou transfira-o para outra função. Insistir no erro será pior.

 

VOCÊ É FUNCIONÁRIO, OU DONO DA EMPRESA?

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Sabe aqueles locais em que você é tão bem atendido que todo mundo parece ser sócio do lugar? É quando dá vontade de perguntar: “Você é funcionário, ou o dono daqui?”

Apesar de raras de encontrar, essas são as Empresas Nota 10, que você faz questão de voltar, custe o que custar.

Se você conseguir tal façanha no seu negócio, fique certo que estará controlando três fragilidades perigosas. Sabe quais são?

A primeira é a Fragilidade do Colaborador. Porque quando você consegue fazer um colaborador seu atender tão bem assim, com um interesse genuíno no cliente, como se ele fosse o dono do negócio, você comprova que é capaz de três coisas difíceis: selecionar as pessoas certas para o seu negócio, treiná-las bem (deixando-as pronta para o trabalho) e, para completar, incutir na mente dos colaboradores que eles são uma peça-chave na engrenagem da empresa.

Portanto, ponto para você, comemore!

A segunda fragilidade que você mantém sob controle é a Fragilidade do Cliente. Porque atender bem é uma das medidas mais potentes para reter clientes, e atrair novos.

É importante dizer que o preço e a qualidade do produto são também medidas essenciais para lidar com a Fragilidade do Cliente. Um bom atendimento por si só não é suficiente, apesar de ter um peso enorme.

O resultado disso tudo é que as pessoas falarão bem de você e assim, de quebra, você melhora seu conceito no mercado, e controla mais uma fragilidade, que é a Fragilidade da Imagem, a terceira fragilidade dessa nossa história.

Como você pode perceber essas três fragilidades estão próximas, interligadas, uma empurra a outra, para o bem ou o mal. Portanto, atenção.

O COLABORADOR É O PRIMEIRO DA LISTA

Mais importante ainda do que os clientes, estão os colaboradores. Quer saber por que?

A explicação é simples:
1) quem traz os clientes para a sua empresa?
2) quem desenvolve os produtos que serão vendidos aos clientes?
3) quem atende o cliente?

São os colaboradores, nos três casos acima, certo?

Sem bons colaboradores, sua empresa não teria clientes. É por esse motivo que eles precisam vir em primeiro lugar, sempre.

 

“O cliente vem em segundo lugar, se você quiser realmente colocar os clientes em primeiro lugar, coloque os funcionários mais acima”, Tom Peters.

CONQUISTE E ENVOLVA SEUS COLABORADORES

Uma forma eficaz de controlar a FRAGILIDADE DO COLABORADOR é motivando as pessoas que trabalham com você.

Conheça 7 LIÇÕES para Conquistar, Cativar e Envolver seus Colaboradores:😀

1) Remunere bem. Dinheiro não é tudo, mas pagar salários justos é o básico.

2) Comunique com clareza os objetivos de empresa, onde você quer chegar e o que os colaboradores ganham com isso.

3) Convide os colaboradores para decidirem com você, para que eles se sintam parte da empresa. Estabeleça também metas em conjunto com os colaboradores. Isso fará com que eles se comprometam. E cobre resultados periodicamente!

4) Procure conciliar os interesses das pessoas com os da empresa – deixando claro que os objetivos da empresa têm prioridade. Assim, os colaboradores decidem se continuam ou não no mesmo barco.

5) Estabeleça uma missão nobre para a empresa. Todos gostam de trabalhar para uma causa ilustre, inspiradora e, no final das contas, que ajude os clientes a melhorar o negócio deles.

6) Dê autonomia aos colaboradores. Eles gostam de decidir como realizarão as tarefas e sentem-se bem quando são capazes de resolver sozinhos suas dificuldades.

7) Avalie os colaboradores com frequência e, quando oportuno, reconheça o bom desempenho deles. Elogiar uma pessoa na hora certa, sem exageros, é um forte motivador.

Colaborador ou Cliente, Quem é Mais Importante?

A Fragilidade do Colaborador – Quem é mais importante, o cliente ou colaborador?

Para você que tem uma empresa, quem é mais importante, o cliente ou o funcionário? Sabendo que sua empresa tem duas Fragilidades sérias, que são a Fragilidade do Cliente e a Fragilidade do Colaborador, qual das duas é mais perigosa?

Se você respondeu rapidamente que é o cliente, é melhor rever sua posição. Será que ele é mesmo a parte mais relevante? Sim, você pode insistir dizendo que nenhuma empresa existe sem clientes.

Sabemos que são os clientes aqueles que geram as receitas que você precisa para pagar as contas da empresa, inclusive os funcionários. Provavelmente você até já disse a um funcionário: trate bem o cliente, pois é ele quem paga nosso salário. Estou certo?

Isso tudo não deixa de ser verdade, mas há o outro lado da moeda. Sabe qual é? Se você não tiver bons funcionários, quem vai elaborar os produtos que serão entregues ao cliente? Quem vai atender e prestar suporte ao cliente, e quem é que vai vender os serviços da empresa e trazer os clientes? Fique certo de que os clientes não virão sozinhos, você precisará de ótimos vendedores para conquistar os primeiros e todos os demais clientes que virão depois.

E tem mais: normalmente a empresa começa sem clientes. Na verdade, no início a empresa não tem qualquer coisa além de uma boa ideia. O negócio tem de ser estruturado minimamente, antes de irmos em busca de clientes. E adivinhe quem é que vai estruturar o negócio como você? Seus colaboradores, é claro?

Por essa razão, minha aposta é que os colaboradores são o elemento mais importante da empresa, mais ainda do que os clientes. Isso porque se você não tiver colaboradores capazes, provavelmente seu cliente será mal atendido, e acaba indo embora, e você fica sem clientes, e fechará as portas. Por isso, a Fragilidade do Colaborador é uma das mais perigosas para sua empresa.

O problema é que nós temos uma tendência de subestimar a Fragilidade do Colaborador e, dessa forma, descuidar dos colaboradores, o que é muito perigoso. Não basta pagar um bom salário! Pensar assim é um erro que muitos empresários cometem. O certo é controlar muito bem a Fragilidade do Colaborador, para reter os clientes.

Existem 4 medidas simples para você controlar a Fragilidade do Colaborador:

  1. Selecionar bem os colaboradores – contatar as pessoas certas para os lugares certos – não adianta contratar uma pessoa supercompetente para uma função errada.
  2. Treinar, capacitar com vontade e permanentemente os colaboradores.
  3. Motivá-los.
  4. Remunerar adequadamente.

Uma mensagem final: em uma pequena e média empresa, além de ser o dono do negócio, você é também um os principais Colaboradores.  Assim, as regras acima se aplicam também a você. Não perca isso de vista.

 

Nunca Contrate Um Funcionário

Sua empresa contrata Funcionários ou Colaboradores? Como você chama as pessoas que trabalham com você?

Pode não parecer, mas segundo pesquisas confiáveis da área de recursos humanos, e também de acordo com a opinião de grandes empresários, o título que você dá às pessoas que trabalham na sua empresa faz toda a diferença. Você já havia pensado nisso? Hoje você vai descobrir o melhor termo a ser utilizado com o seu pessoal e porque isso acontece.

Este é mais um conteúdo sobre as 11 Fragilidades e a respeito da Fragilidade do Colaborador.

E é exatamente esta palavra, “Colaborador”, que você deveria chamar os seus colaboradores. Existem três razões para isso.

A primeira delas é que a palavra funcionário enfatiza uma relação de subordinação, de hierarquia entre um patrão e um empregado. Quer dizer, a pessoa faz aquilo que a empresa determina, e ponto final! Nesse caso, a relação é um tanto seca, entre quem paga e quem recebe o salário, entre quem manda e aquele que obedece sem questionar.

Porém, os tempos mudaram, e as empresas precisam ir mais longe, e um instrumento para isso é motivar as pessoas a terem iniciativa, a se sentirem parte da empresa, donas do negócio, a se comprometerem com os resultados. A palavra Colaborador remete à uma missão, engaja as pessoas com o que precisa ser feito para que a empresa alcance os objetivos.

O segundo motivo é que “Colaborador” é mais suave, indicando maior proximidade com a pessoa do que a palavra Funcionário e, por isso mesmo, gera maior conexão entre você (a empresa) e o colaborador. Bem conectados, os colaboradores entendem aonde você quer chegar, aumentam o alinhamento com os objetivos da empresa, e tendem a ficar mais tempo. Desse modo, você retém os talentos – um grande desafio do empresário, especialmente nas pequenas e médias empresas.

Para você ter uma ideia do que estou falando, o colaborador mais antigo da minha empresa, Roberta, trabalha junto comigo há mais de 30 anos, desde quando eu era executivo de outra empresa, antes de eu virar empresário. Parece mentira, não é mesmo? Mas existem outros colaboradores que também estão comigo há muito tempo: 17, 15 anos… Isso não é fácil nos dias de hoje!

A terceira razão é que a palavra colaborador indica alguém que procura ir além da função para a qual foi contratado, que corre atrás de soluções para os problemas, que se compromete com os resultados. Quer dizer, um indivíduo que tem o espírito de colaboração fincado no peito, ao invés de um simples funcionário. Um verdadeiro colaborador, veste a camisa da empresa e muitas vezes não tira nem quando está fora dela.

Depois de conhecer os três motivos acima, acredito que você não tenha mais dúvidas que utilizar a palavra Colaborador é melhor do que Funcionário, na grande maioria dos casos. Além do mais, agindo assim você controla de perto a Fragilidade do Colaborador. Porém, lembre-se que tudo precisa ser legítimo, verdadeiro, pois não adianta chamar as pessoas de colaborador e continuar tratando elas como simples funcionários. Entendeu a mensagem?

 

Trabalhe para seus colaboradores, nunca o contrário

Se você deseja ter os melhores colaboradores do mundo, não há nada melhor do que tratar bem todos eles, como se fossem a parte mais valiosa da empresa. Selecione as pessoas certas, que cabem na cultura da empresa, e depois capacite-as por toda a vida.

Esteja sempre por perto para orientar seus colaboradores, para mantê-los alinhados com os objetivos da empresa e para ajudá-los a crescerem profissionalmente e também como seres humanos. Se você trabalhar para o desenvolvimento deles, eles estarão com você por muito tempo.

Controle a FRAGILIDADE DO COLABORADOR.

“Os gestores deveriam trabalhar para as suas pessoas, e não o contrário.”, Ken Blanchard.

Para Motivar, Dê Liberdade e Autonomia

QUER MOTIVAR SEUS COLABORADORES? DÊ A ELES LIBERDADE E AUTONOMIA.

As pessoas, na maioria dos casos, preferem decidir como realizarão as tarefas que lhes são passadas. E sentem-se bem quando são capazes de resolver sozinhas as dificuldades.

Desde que você tenha colaboradores confiáveis – se não forem confiáveis, porque estão na sua empresa? -, basta que você diga o objetivo que eles precisam alcançar.

Não é necessário estabelecer todo o passo a passo para chegar lá, porque isso pode desmotivá-los: a tarefa vai ficar sem graça, sem desafios no caminho. Além do mais, ter alguém vigiando cada segundo o que fazemos reduz nossa liberdade de ação.

“Deves estabelecer alguns objetivos para eles, dar-lhes algum incentivo, e tentar não dirigir a forma detalhada com a qual vão fazer o seu trabalho.”, David Packard.